Ano XII - Jornal N.º 22 - Junho de 2003

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O Rapto

Era uma vez um jovem casal de príncipes que viviam muito felizes no seu castelo no meio de uma floresta maravilhosa.

Podia-se dizer que tinham uma vida perfeita, até que um dia, a princesa é raptada por um rei que a levou para uma ilha deserta. Este rei tinha inveja do jovem casal e queria que eles tivessem uma vida triste e horrível, como a dele.

O jovem príncipe, assustado mas cheio de coragem, resolveu ir atrás da sua amada. Por isso, o príncipe “agarrou” no seu barco e, sozinho, foi pelo mar fora, mesmo sabendo os perigos que o esperavam.

Um dia o príncipe descansando, nota que o seu barco estava a ser atacado por um polvo gigante. O polvo com dois dos seus vários tentáculos apanha-o.

O príncipe, vendo que estava sozinho e em apuros, agarra na sua espada e espeta-a num dos olhos do polvo. Este, sangrando, cego de um olho e cheio de dores, larga o príncipe que cai para dentro do barco e que, sem se importar com mais nada, e só pensando na sua amada, segue viagem.

Vários dias se passaram até que um dia o príncipe é atacado por um grupo de piratas. Eram pelo menos dez homens. Mas o príncipe não se deixou assustar por serem muitos e, cheio de coragem, parte para a luta. Com alguma dificuldade, o príncipe vai-os derrotando um por um, até não sobrar nenhum.

Vendo-se livre deles, o príncipe segue viagem.

Passado algum tempo, o príncipe chega finalmente à ilha deserta onde estava feita prisioneira a sua amada.

Chegando ao castelo do rei, o príncipe, com algum receio, entra.

Ouvindo choramingar, guia-se por aí, pois sabia que assim chegaria ao lugar onde a sua amada estava feita prisioneira. Aí, o príncipe defronta-se com o rei que raptara a sua amada. Os dois começam a lutar um contra o outro. A luta demora algum tempo e ambos já estavam feridos.

O príncipe, aproveitando um momento de fraqueza do rei, e só pensando na sua felicidade e na da sua amada, espeta-lhe a sua espada no coração, matando assim o rei.

Visto que o rei estava morto, o príncipe vai libertar a sua amada, os dois, felizes, voltam para o respectivo castelo e, como não poderia deixar de ser, viveram felizes para sempre.

Rafaela Brinca, n.º 18, 6.º C - (3.º lugar)