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Teu olhar
Em teu paciente, feliz e terno olhar
Esconde-se uma beleza dorida
De uma simples, uma longa vida
Onde a dor não deixou de habitar
Esse teu olhar assim deslumbrante,
Tão fino, angélico e
acolhedor,
Parece uma estrela cintilante
Que brilha, conquista luz e fulgor
Ao ver-te, paro e ponho-me a pensar:
Quanta dor, quanto amor, quanta
alegria,
Juntas, a transbordar do teu olhar!
E, pensando, não consigo
imaginar,
Quanta doçura e ternura em
ti habita,
Para, eternamente, sempre se dar!
Dina Pereira, n.º 4
11.º D
Menção Honrosa |