Ano XII - Jornal N.º 22 - Junho de 2003

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      Porquê este mundo confuso?
      Porque tanta lágrima e tanto choro?
      Se na verdade o amor
      Agora é ódio, sofrimento e desespero.
      Ódio esse que desencadeia choros,
      Choros esses, agora,
      São sujos e tristes,
      Deitados “borda” fora!
      Consolos para quê?
      Se os consolos não têm fim,
      Lágrimas choro cara abaixo,
      Lágrimas essas vindas de mim.
       
      Poemas são o consolo,
      O consolo que tenho em mim,
      Escrevo-os noite e dia,
      Escrevo-os dentro de mim.
      Poemas que saem fora, Nos momentos de aflição,
      Não sei se hei-de chorar,
      Ou rir de emoção!
       

          Ana Tavares, n.º 2 - 9.º D

Menção Honrosa, Escalão B